Baltasar Gracián: Não há nada tão amável quanto a virtude, nem tão detestável quanto o vício. Só a virtude basta a si mesma. Faz-nos amar

Não há nada tão amável quanto a virtude, nem tão detestável quanto o vício. Só a — Baltasar Gracián

Não há nada tão amável quanto a virtude, nem tão detestável quanto o vício. Só a virtude basta a si mesma. Faz-nos amar os vivos e lembrar os mortos.

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